Como Eu Me Livrei Completamente da Dor nas Costas Mesmo Com Duas Vértebras Fora do Lugar e Um Diagnóstico de Fibromialgia…

Sem Precisar de Cirurgia e Remédios Depois de Escutar Uma Sentença Dizendo Que Eu Nunca Teria Uma Vida Sem Dor

Atenção: o conteúdo a seguir é estritamente voltado para pessoas que não sabem mais o que é viver sem dor, ao permanecer neste site, você está ciente de que este texto contém revelações fortes sobre um método poderoso de eliminação de dor que desenvolvi para não sentir mais dor na coluna depois de 30 anos sofrendo com 2 vértebras fora do lugar

E caso a dor seja sua companheira diária, caso você já tenha tentado de tudo e já não suporta mais viver à base de remédios e principalmente, caso você ache que a única solução para acabar com a dor é a cirurgia, ou até mesmo a morte, não deixe de ler cada linha a seguir.

Olá meu nome é Eliane Coutinho, sou fisioterapeuta, especializada em semiologia clínica do aparelho locomotor (UFRN/RN), mestrado em recursos cinesioterapêuticos (UFScar/SP), doutorado em plasticidade músculo esquelética (UfSCar/UNICAMP/SP), fundadora e membro da Liga da Dor - UFSCar/SP, Pós - Doutorado em Pilates Científico na dor crônica da coluna vertebral

Mas mais importante do que meu curriculum, é que depois de quase 30 anos sendo escrava diária de uma dor que não descansava 1 minuto se quer e contra tudo o que os tratamentos mais avançados diziam…

Eu venci a dor crônica e a fibromialgia, que tirou a minha alegria de viver durante todos aqueles anos.

E ao contrário de quase 100% dos tratamentos modernos que existem hoje na área da saúde, eu não escolhi a área da saúde por vocação.

Na verdade eu me tornei fisioterapeuta justamente porque eu fui sentenciada aos 12 anos de idade, a viver com dor pelo resto da minha vida...

E dali em diante, eu passei 30 anos ouvindo que o meu diagnóstico não tinha cura
E que eu estava “condenada” a ser prisioneira de um corpo que não tinha capacidade de fazer coisa simples sem sentir dor

Movimentos como levantar da cama, dormir, amarrar meu tênis, caminhar e até mesmo sentar para descansar…

Eu estava literalmente condenada a viver com dor para o resto da minha vida, e esse foi o gatilho que me levou a desenvolver um sistema capaz de me livrar das dores na coluna e da fibromialgia de uma vez por todas:

Ao contrário disso, eu passei 10 anos da minha vida estudando a fundo TODOS os tratamentos existentes para desenvolver um método que desliga a dor na coluna em apenas 12 semanas

E eu estou extremamente feliz de compartilhar isso com você hoje!

Porque se eu tivesse acesso a essas informações antes, teria evitado anos de um inferno físico que me pouparia de ter gasto dezenas de milhares de reais em tratamentos vazios e incontáveis horas que só me deixaram com mais dor e frustração

E antes que você me pergunte: “Se esse método é tão efetivo, porque eu nunca ouvi falar nele antes?”

Eu tenho que te dizer que não é só você que nunca ouviu falar nisso…

...a maioria dos médicos e fisioterapeutas modernos também nunca ouviram falar disso…

Eu mesma só fui criar esse método depois de mais de 10 anos de estudo...

Porque ninguém conseguiu me libertar das dores na coluna a não ser prescrevendo pilhas de rémedios que com o tempo estavam destruindo meu organismo e já não faziam mais efeito..

E se você está nessa mesma situação, eu não tenho a mínima dúvida de que esta apresentação vai ser a mais especial que você vai ver em toda a sua vida.

Porque daqui 3 minutos eu vou te mostrar os 3 ERROS TRÁGICOS que fazem você acumular dor na coluna e ainda agravar o seu quadro dia após dia como uma verdadeira bomba relógio nas suas costas...

Porque se tem algo que eu aprendi desde os meus 12 anos…

… é que a dor não tira férias

E foi exatamente aqui que minha história com a dor crônica começou…

A verdade era que até meus 12 anos de idade, eu não sabia o que era sentir dor, era uma adolescente no início da vida, super saudável, normal que amava andar a cavalo.

Até que em um dia normal, tive um acidente e caí de um cavalo na fazenda da minha família.

Lembro que naquele dia, eu bem novinha, tive uma prévia dolorosa de como seriam os meus próximos 30 anos…

Após todos esses anos, eu ainda consigo me lembrar do que pareciam ondas de choque passando nos meus ossos quando caí do cavalo …

Parecia que alguém tinha ligado um fio desencapado na minha coluna e ligado no 220, sem nenhuma dó.

A dor foi tanta que eu fiquei alguns minutos sem ar, desnorteada

Mas como eu era criança e não pareceu nada grave, em alguns minutos eu já estava de pé, e tudo parecia normal.

E apesar de não sentir a mesma dor da queda do cavalo, depois daquele dia eu continuei com um certo “incômodo” na coluna…

Não era uma dor insuportável, mas estava sempre ali…

Parecia uma goteira, sempre pingando…

E como eu tinha uma postura muito ruim, eu andava meio curvada, parecendo uma corcundinha…

Todo mundo me dizia que as dores que eu sentia, era por causa da minha “postura ruim”

Você consegue imaginar o que é passar a adolescência inteira fazendo fisioterapia e tomando remédio pra dor?

Fora que eu tinha ficado corcunda e me sentia um patinho feio perto da minha irmã e das outras meninas da escola…

Tudo o que eu vestia, me fazia parecer um guarda-chuva envergado

Por causa disso eu passei minha adolescência inteira sem gostar de exercícios porque só de pensar em fazer qualquer coisa para me divertir, eu desistia na hora, só de imaginar o preço que eu teria que pagar no dia seguinte…

Levar uma adolescência assim me fez engordar 10KGs…

Jogando ainda mais peso em cima da coluna…

E mesmo fazendo fisioterapia, acupuntura e tudo o que meus médicos diziam…

Eu sempre voltava à estaca zero...

E naquela época, nada conseguia me fazer entender porque aquela dor não ia embora e o único pensamento que ficava martelando na minha cabeça era: “Porque nada do que eu faço faz essa dor passar?”

Comecei até a desconfiar que não era apenas “a má postura” que estava me causando as dores...

E eu só fui descobrir isso depois de experimentar uma das piores crises de dor que eu já tive na vida

Eu estava na faculdade, na época de provas, e lembro que fiquei o dia todo estudando sentada, madrugada a dentro…

E lembro que eu comecei a sentir uma dor muito forte quando eu fui me deitar, e mesmo morrendo de sono, a dor era tão aguda que eu não conseguia dormir..

Então eu fiz o que qualquer pessoa que morre de dor faz, me entupi de remédios…

Enfim eu consegui pegar no sono…

Só que o efeito de remédio passou e a dor me acordou como o alarme mais dolorido que eu já senti na vida. Eu sentia tanta dor que eu não conseguia me levantar…

Então eu pedi socorro para minha amiga de quarto, gemendo de dor e com a ajuda dela fui andando para o carro toda curvada…

Minha coluna estava completamente travada, eu estava literalmente me arrastando, meus pés não levantavam, eles iam arrastando até chegar ao carro…

E eu fui deitada no banco de trás até chegar ao hospital…

Imediatamente eu fiz uma ressonância…

E o exame revelou que eu estava com 2 vértebras fora do lugar

Se uma já era uma tortura, duas vértebras eram o apocalipse.

Eu lembro até hoje o diagnóstico que ele me deu ao ver o raio X da minha coluna:

“Eliane, suas vértebras estão fora do lugar (espondilolistese), como você sabe, o grau 3 tem indicação cirúrgica, mas sem garantia nenhuma de que a dor vai embora”

...não sei se você sabe o que significa fazer cirurgia na coluna…

...no meu caso, é como se tivesse um tijolo em cima do outro, só que um mais para frente e o outro mais para trás, totalmente desalinhados, o que a cirurgia faz é "tentar" alinhar esses tijolos (vértebras) e encher eles de cimento do lado para que eles não se movimentem nunca mais.

No caso, a cirurgia iria alinhar as vértebras da minha coluna colocando placas de metal que iam travar aquele ponto da minha coluna, na tentativa de diminuir a dor.

E pior de tudo, é que não existia garantia nenhuma de que a dor não voltaria

Como eu sei disso?

O meu pai já tinha feito duas cirurgias na coluna e nenhuma delas resolveu o problema.

Além de perder a mobilidade do corpo, ele continuou com dor, ou seja, ele perdeu tempo, mobilidade e dinheiro fazendo isso.

Por isso que a cirurgia não era uma opção para mim!

Aquele diagnóstico me fez correr atrás de outros médicos e outras soluções...

Só que eu parecia uma batata quente na mão dos médicos…

Um médico me mandava para o outro, que me mandava para a fisioterapia, que me empurrava para outro, até que todos diziam a mesma frase que enterrava qualquer esperança que eu tinha de ter uma vida normal:

“Eu vou passar remédios para aliviar sua dor, mas não vai resolver o seu problema”

Aquela frase era como uma sentença de morte para mim…

E eu nem pedia muita coisa...

Eu só queria conseguir fazer as coisas simples do dia a dia que qualquer pessoa faz sem sentir tanta dor...

Como poder levantar da cama, dormir, tomar banho, ir no banheiro, andar…

Se eu pudesse correr então… para mim seria um luxo.

Eu invejava as pessoas que tinham o privilégio de poder amarrar um tênis, ou simplesmente agachar para pegar um lápis que caiu do chão...

Eu não podia me dar a esse luxo porque cada movimento do meu corpo tinha um preço...

A dor começou a fazer parte da minha identidade, e eu comecei a ser uma pessoa irritada, chata, ranzinza que só sabia falar sobre dor e reclamar de tudo e de todos…

Eu virei uma pessoa anti social, eu ficava inventando desculpas para não ir em lugar nenhum, porque eu imaginava:

“O que eu iria fazer fora com pessoas felizes, comemorando, e eu tentando sorrir por fora, enquanto sentia uma dor insuportável por dentro?”

E por causa disso eu cheguei até a pensar em acabar com a dor com minhas próprias mãos

A minha dor era tanta que eu cogitei até em deixar de ser mãe porque eu sabia que minha coluna não iria suportar a gravidez

E ainda pior, não conseguiria nem pegar meus filhos no colo...

Foi por esse motivo que eu cursei a Universidade de fisioterapia em busca de respostas…

A Universidade foi ótima para terapias mais gerais, mas eu ainda continuava sem respostas…

E minha dor continuava lá se agravando todos os dias, como uma bomba relógio que poderia explodir a qualquer momento porque eu cometia 3 ERROS TRÁGICOS para coluna que eu só comecei a descobrir quando comecei o meu mestrado…